terça-feira, 28 de agosto de 2018

Tema: A Agricultura na Bíblia - Autoria: Professor Jean Carlos Th.D


Tema: A Agricultura na Bíblia
Autoria: Professor Jean Carlos Th.D
Texto base: João 15.1-3

Introdução: Falar da importância da agricultura para o ser humano na antiguidade e atualidade.

DESTAQUE:
a) A Agricultura aparece como 1ª ocupação do homem: “E tomou o SENHOR Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. (Gn 2.15 ARC)”

b) O agricultor precisa de pasciência:
“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. (Tg 5.7 ARA)”

I – Animais importantes na Agricultura
Observação: Na antiguidade as riquezas humanas e o sistema de sacrifício giravam em torno do gado.

1º BOI (em várias passagens da Bíblia era utilizado para sacrifícios Nm 7.87; 2 Sm 24.22; 2 Cr 5.6).
·       No Novo Testamento o novilha/novilha aparece na visão do Apocalipse, como os quatro animais. “O primeiro ser vivente é semelhante a leão, o segundo, semelhante a novilho, o terceiro tem o rosto como de homem, e o quarto ser vivente é semelhante à águia quando está voando. (Ap 4.7 ARA)”.
·       Portanto, o boi representa o ‘serviço’ ‘servo’.

 2º Jumento (No Brasil é sinônimo de incapacidade)
·       Os jumentos têm importância históricas (Gn 36.24);
·       Era um animal que não tinha aparência (simplicidade);
·       Era um animal de carga (Também enviou a seu pai dez jumentos carregados do melhor do Egito, e dez jumentos carregados de cereais e pão, e provisão para o seu pai, para o caminho. (Gn 45.23 ARA)
·       Cuidado com a frase: “Eu não sou burro de carga...”;
·       Tudo que Deus lhe confiar faça. (alguns mais...)

3º Cavalo (importante até os dias atuais). Aparece desde o Gênesis
·       Claramente um animal usado em guerra;
·       Tinha no Egito, Babilônia e Cananeus;
·       Estamos em uma ‘agricultura’ e estamos guerreando.
O BOI – O JUMENTO E O CAVALO

II – Atividades agrícolas importantes (Isaias 5.1-3 existem várias interpretações, contudo, acredito ser possível: Deus, o agricultor e Israel sua vinha).

1º Cercar: (Is 5.2);

2º Tiras as pedras (Is 5.2);

3º Arrancar o mato

4º Apagar fogo estranho “Se um fogo se espalhar e alcançar os espinheiros, e queimar os feixes colhidos ou trigo plantado ou até a lavoura toda, aquele que iniciou o incêndio restituirá o prejuízo (Ex 22.6 NVI)”

4º Plantar – aguar – regar e dar crescimento (1 Co 3.6)
5º Podar.

III – Ataques contra agricultura geral
1º Lagartas (lavas e mariposas O que ficou da lagarta, o comeu o gafanhoto, e o que ficou do gafanhoto, o comeu a locusta, e o que ficou da locusta, o comeu o pulgão. Joel 1.4 ARC)

2º Gafanhoto (dizem que existiam 9 tipos)

3º Incêndio criminoso do invejoso


IV – 4 (quatro procedimentos para agricultura espiritual)

1º Mateus 3.8: Efeitos do arrependimento

2º Efésios 5.9: Operação do Espírito Santo

3º (Todos textos) Firmeza na Doutrina de Cristo

4º Vida devota a Deus.


A agricultura está presente em quase toda Bíblia. Hoje, todos nós dependemos dos agricultores para alimentação. Esta simbologia espiritual é importante para cuidarmos a cada dia dela.
Professor Jean Carlos





quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Escola Grammata de Línguas Bíblicas oferece cursos EAD

Sejam bem-vindos. Curso Básico de Grego Bíblico - Nível 1 / Alfabetização completa - Duração: 6 meses.

SEMANA 1 - MÊS 1 - MATERIAL DIDÁTICO DIGITAL

CURSO BÁSICO DE GREGO - ALFABETIZAÇÃO COMPLETA - VÍDEO 1 

PÁGINA DE APRESENTAÇÃO DO CURSO  DE GREGO BÍBLICO KOINÊ

SOBRE AS AULAS
Durante o período 6 MESES, o conteúdo das aulas serão postadas a cada semana. Após a conclusão do semestre, as aulas ficarão aqui hospedadas para novos alunos que futuramente venham fazê-la.

Os alunos podem assistir às aulas quando quiserem/puderem. É o aluno que dita o seu ritmo no curso. O curso completo durará 2 semestres, se o aluno assistir às aulas uma vez por semana. Por enquanto, as aulas serão postadas no YouTube, como vídeos privados. Somente terá acesso os alunos inscritos no curso. O investimentos de vocês neste curso possibilitará a criação e manutenção de uma equipe que cuidará do site onde este, e outros cursos, ficarão hospedados.

MATERIAL DIDÁTICO
a) Utilizaremos livro próprio da Publicações Grammata
b) Livro digital colorido para Celulares;
c) Livro base digital para impressão;
d) Arquivos de áudio das matérias
e) Arquivos de vídeos das matérias e
f) Arquivos de interação para atividades, tarefas e exercícios

OBJETIVO
As aulas são focadas na leitura do Novo Testamento em seu idioma original e na tradução grega da Bíblia Hebraica, conhecida como Septuaginta.
 Esperamos trazer formação e capacitação pessoal que possibilite aos alunos estudarem e ensinarem a Bíblia com maior profundidade.

INSCRIÇÃO
a) Direta no link da livraria virtual Grammata com desconto via DEPÓSITO: https://www.materialteologico.com.br/linguas-biblicas/be-a-ba-do-grego-biblico-alfabetizacao-completa--p
b) Depósito bancário;
Bradesco: Ag 0100 / C/C 21868-5 CPF: 91373212420

COMO E ONDE SERÁ O CURSO
a) Direto no Ambiente Virtual de Aprendizado;
b) Todo conteúdo disponível 24 horas;
c) Cada aula será colocada uma vez por semana;
d) Todas semana será elaborada uma atividade obrigatória;
e) Toda semana será colocada uma aula corresponde a lição em vídeo e áudio;
f) O curso terá livro disponível para impressão;
g) O curso terá material especial para celular;
h) No fim da cada bimestre teremos avalições Online;
i) O certificado será emitido no final de dois níveis (1 ano);
J) O certificado terá uma taxa de 50,00$

Depois de efetuado o pagamento está garantida  sua inscrição, você deverá ir ao AVA da Grammata http://escolagrammata.com.br/login/index.php e efetuar seu cadastro  e depois receberá um link no email para elaborar um login e senha com os quais terá acesso a todos os cursos do site. Por enquanto, apenas o curso de grego são oferecidos. 

Assim como o Curso de Hebraico e Latim o aluno que concluir o Curso de Grego também receberá um certificado emitido pelo Escola Grammata de Línguas Bíblicas. 

Outras informações poderão ser obtidas aqui: 11 98296-5144 / 4747-2064

CURSOS LIVRES
Cursos livres não possuem diplomação reconhecida pelo MEC. Tratam-se de uma modalidade de educação destinada a proporcionar conhecimentos em áreas específicas, muitas vezes destinadas à profissionalização, qualificação, instrução ou atualização. Possuem duração variável e não exigem escolaridade ou idade mínima para matrícula.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Breve histórico do Círculo de Oração da AD Belém – Setor 13/ Suzano-SP


PASTOR PAULO SILVA E IRMÃ RUTE SILVA

Como em todo o território nacional, o Círculo de Oração em Suzano tem uma linda história.
Voltemos ao final da década 1960, próximo de 1968, quando a irmã Iracema foi convocada pelo presbítero Wilson José e sua esposa Carmi dos Santos José para ser dirigente do Círculo de Oração. Aceitando tamanho desafio, foi empossada no mesmo ano. A irmã Iracema contou com uma ajuda importante para trabalhar com ela, a irmã Maria Marim. Começava então este grande projeto para o setor de Suzano.
Chegou o dia da saída do pastor Wilson José e em seu lugar o ministério empossou o presbítero Antunes e a irmã Iracema, que com a ajuda da irmã Maria Marin continuou à frente do Círculo de Oração.
Algo histórico deve ser citado: naqueles dias não havia o costume de fazer o Encontro do Círculo de Oração, congressos, etc.
Chegou o dia da saída do presbítero Antunes e em seu lugar o ministério empossou o pastor Luís Pereira da Silva, que dirigiu o trabalho por 13 (treze) anos consecutivos.
Nessa época, os setores de Suzano e Mogi das Cruzes ainda eram integrados. Nesse período assume o Círculo de Oração a irmã Serafina da Silva, que tinha por apelido “irmã Fineza”.
Chegou o dia da saída do pastor Luís e em seu lugar o ministério empossou o pastor Peixoto. Nessa gestão pastoral, quem assume o Círculo de Oração é a irmã Maria Ferreira e  é com ela que se dá início aos “Encontros do Círculo de Oração”.
Chegou o dia da saída do pastor Peixoto e em seu lugar o ministério empossou o pastor Macário e o Círculo de Oração fica sob a responsabilidade da irmã Maria Isabel do Nascimento, que trabalha à sua frente por 5 (cinco) anos.
 Após a saída da irmã Isabel, quem assumiu o trabalho foi a irmã Marilene de Freitas Moreno, conhecida carinhosamente como irmã Mirian. Esta, por sua vez, permanece até a gestão do pastor Alberto Rezende, totalizando 13 (treze) anos como dirigente do Círculo de Oração.
Chegou o dia da saída do pastor Alberto Rezende e em seu lugar o ministério empossou o pastor Paulo Silva  no dia 20 de julho de 2001. O Círculo de Oração fica a cargo da esposa do pastor, como Coordenadora Setorial, a irmã Rute Silva, e como dirigente do Círculo de Oração a irmã Meire, esposa do pastor Deusdete.
Com a saída da irmã Meire, quem assume o Círculo de Oração é a irmã Cleusa Bispo, esposa do pastor Davi Bispo.
Com a saída irmã Cleusa, quem assume é a irmã Marivalda Bispo, esposa do pastor Daniel Bispo.
Para melhor desempenho desse tão grande trabalho, o pastor setorial Paulo Silva, juntamente com sua esposa, a coordenadora Rute Silva, acharam  por bem aumentar o número de dirigentes, para melhorar ainda mais o desenvolvimento da obra. Assim sendo, são empossadas novas colaboradoras que foram convocadas para fazerem parte: irmã Iracema Moreno, da Sede; irmã Maria Lídia, do Monte Cristo I; e irmã Elaine, da Sede.
Neste ano, o Círculo de Oração do setor 13 (Suzano) se congratula por mais um ano de vitória.
Somos gratos a Deus pela vida do pastor José Wellington Bezerra da Costa e da Irmã Wanda Freire, por sempre prestigiarem esse trabalho.
Gratidão pelo pastor Paulo Silva e a irmã Rute Silva, pastores do Setor 13, que com empenho e esmero têm dado todo o suporte para que o Círculo de Oração “Heroínas da Fé” prossiga avançando.
Agradecemos às colaboradoras que direta e indiretamente têm pelejado por esta causa. Agradecemos às dirigentes do Círculo de Oração do setor 13.
Agradecemos por todas as regentes do setor 13 em Suzano.  
Agradecemos a todas as componentes do Círculo de Oração, que bravamente se têm empenhado nessa obra. Ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, Glória!
Realização: ECOADSUMB.


Autoria: Professor Jean Carlos e Gideone Almeida
Revisão: Dra. Vanessa Campelo

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Cristo, o que batiza no Espírito Santo - Professor Jean Carlos Th.D

Cristo, o que batiza no Espírito Santo
Texto base: João 1.29-33
Lição da EBD de 29/Maio/1994 – 
Dia de Pentecostes

Introdução
Batismo: significado básico: imersão

De acordo com a Doutrina Pentecostal é:
a) Revestimento de Poder;
b) Prova publica seria o ‘falar em outras línguas’

I – CRISTO, O BATIZADOR CREDENCIADO
Nos quatro evangelhos encontramos a sentença:
“Ele batizará com o Espírito Santo...”

Resumo do Batismo de Jesus
Pomba + Jesus (saindo da água) + A voz de Deus

Resumo histórico e doutrinário da ‘promessa’ de Cristo
a) Primeiro: o Senhor chama os 12 (Claro nos evangelhos);
b) Segundo: Ele chama os setenta (Lucas 12);
c) Terceiro: no texto de 1 Co 15. 6 já temos ‘uns 500’ irmãos;
d) Quarto: em Lucas 24.49 temos a grande promessa;
e) Quinto: em Atos 1.15 temos cerca de 120 irmãos. Onde estão os outros 380?
f) Sexto: Na festa de Pentecostes acontece o esperado derramamento (Atos 2.1).

II – A PROMESSA DE DERRAMAMENTO
a) A profecia do profeta Joel (Joel 2.28)
• ‘Sobre toda carne...” (v. 28);
• Profetizarão...” (v. 28);
• “Os velhos terão sonhos...” (v. 28);
• “Os jovens sonharão...” (v.28).

b) A profecia do Isaias (44.3) (apesar de se referir no sentido pleno ao milênio, com certeza iniciaria nos dias da igreja no Novo Testamento)
• Água sobre o sedento;
• Torrente sobre a terra seca
• Em João 7.38 “rios de águas vivas...” 

c) A profecia de João Batista (Mt 3.11)
• “Eu vos batizo com água...”

d) A promessa de jesus (Jo 14.16)
• “Eu rogarei ao Pai...”
III – O BATISMO COM ESPÍRITO SANTO É PARA NOSSOS DIAS?
a) “Para vós”:  judeus e os que estavam ali presentes;
b) “Para vossos filhos...”: Gerações futuras;
c) “Os que estão longe...”: Qualquer indivíduo que venha a crer;
d) “Deus vos chamar...”: Os que vieram depois

IV – EXPERIÊNCIA PENTECOSTAL EM ÉFESO
Atos 16.1-10

a) Eles conheciam o batismo de João;
b) Não é automático: aceitar Jesus e ser batizado (há exceções, claro)
c) O crente poder ser salvo ser batizado no Espírito Santo;
d) Já que somos pentecostais e então vamos pregar o batismo.

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quarta-feira, 8 de agosto de 2018

ESTAMOS ORANDO POUCO? Elaboração: Professor Jean Carlos Th.D

LIÇÃO DA EBD – 30/04/2000
TEXTO: MATEUS 6.5-13
Elaboração: Professor Jean Carlos Th.D

 Introdução:
O texto faz parte do sermão do monte;
Faz parte do bloco esmolas, oração e jejum;
Há uma grande necessidade de oração.

I – Jesus, exemplo na oração

Em Fp 2.7 “...Tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”, assim, ele pregava, ensinava e orava ao Pai. Nosso exemplo

a) NA ESCOLHA DOS APÓSTOLOS: “12 E aconteceu que, naqueles dias, subiu ao monte a orar e passou a noite em oração a Deus. 13 E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos” (Lucas 6.12,13);
b) EM MOMENTOS DIFICEIS: João 11. 41,42
c) ANTES DE IR AO CALVÁRIO: Leia João 17.1,9,13



II – Os preciosos ensinos sobre a oração
a) Não ser como os hipócritas: (Mateus 6.5)
* Não se auto promover;
* Não se apresentar como ‘orador’.
Obs.: Não tem nada a ver com oração na rua, praça e culto ao ar livre

b) Entra no teu aposento: (Mt 6.5).
* Fala de intimidade;
* Momento a sós com Deus;
* Oração em ‘segredo’ com Deus

c) Não useis vãs repetições: (Mt 6.7).
* Famosa ‘reza’;
* Famosa oração egoísta;
* Não tem nada a ver com a perseverança e insistência ensinada por Jesus;
* A oração tem: adoração, confissão, intercessão e ações de graça

III – A oração modelo ensinada por Jesus
Nome da oração: Do pai nosso
As petições:
- Três petições para Deus;
- Quatro petições relativas as necessidades

1 – PRIMEIRA PETIÇÃO: “Pai nosso, que estás nos céus...” (V. 9). Deus como nosso pai.
1 João 3.1 “Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: que fôssemos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu” (1 João 3:1). Esta passagem começa com um comando: "Vejam". João quer que observemos as manifestações do amor do Pai. Ele introduziu o tema do amor de Deus no capítulo anterior (1 João 2:5, 15),”

2 – SEGUNDA PETIÇÃO: “Venha o teu reino...” (V. 10). Aceitar o completo domínio de Deus.
Mesmo ainda não reinando devemos almeja-lo;
Tem sentido escatológico;
Devemos aceitar o domínio de Deus em tudo;
Tê-lo não só como Salvador mais como Senhor


3 – TERCEIRA PETIÇÃO: “Seja feita a tua vontade...” (V. 10). Aceitar o completo domínio de Deus.
Oração típica de um Servo;
Leitura de Col 4.2-6

4 – QUARTA PETIÇÃO: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje...” (V. 11). Dependência quotidiana de Deus.
A Bíblia também usa “pão” figuradamente em sentido favorável. Isaías 55:2 mostra que as provisões espirituais de Deus são muito mais importantes do que as coisas materiais, dizendo: “Por que continuais a pagar dinheiro por aquilo que não é pão e por que é a vossa labuta por aquilo que não resulta em saciedade? Escutai-me atentamente e comei o que é bom, e deleite-se a vossa alma com a própria gordura.”

5 – QUINTA PETIÇÃO: “Perdoa-nos as nossas dívidas...” (V. 12). Reconhecimento das limitações.
Deus é nosso perdoador;
Com ele está o perdão;
Agora, só Deus deve perdoar? E Nós? Devemos?


VERDADES GERAIS SOBRE O PERDÃO Mateus 6:14-15
1. O perdão é uma ordem não uma sugestão.
2. Não há limite para o perdão. Mateus 18:21-22
3. A falta de perdão nos mantém em cativeiro. Mateus 18:23-35
4. O perdão é um ato volitivo.
5. A conciliação é sempre a resposta.

6 – SEXTA PETIÇÃO: “e não nos deixes cair em tentação ARA (melhor)...” (V. 13). Ajuda divina em provas complicadas.
ARC: “E não nos induzas à tentação”;
ARA: “e não nos deixes cair em tentação”
Não é ‘entrar’ na tentação;
É cair ‘dentro’ dela
Agora, devemos saber o que é ‘permissão’ de Deus e/ou quando é o que procuramos
Fazer leitura de Tiago 1.12-16

7 – SÉTIMA PETIÇÃO: “Mas livra-nos do mal ...” (V. 13). Súplica e confiança em Deus.
Clamar a Deus no momento de aflição;
Oração a Deus no momento de tribulação


ADORAÇÃO
“porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!”

CONCLUSÃO
Responda estas perguntas:

a) Estamos orando pouco?
b) O que em nossa vida está tomando o lugar da oração?
c) Oramos pouco por temos pouco tempo?
d) O que fazemos mesmo com pouco tempo? E fazemos assim mesmo?
e)Frequentamos os períodos de oração com frequência?

VIVAMOS UMA VIDA DE ORAÇÃO!!!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

DEFINIÇÃO DO TERMO ‘JUSTIFICAÇÃO’ (Hebraico, Grego e Latim)

Autoria: Professor Jean Carlos Th.D
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I – Definição de Justificação
O termo ‘justificação’ em si não aparece no Antigo Testamento. Claro, seus congnatos até aparece, timidamente, mais aparece.

1 – Derivados e cognatos de ‘Justificação’ na língua Hebraica
צדק qadasT
O termo hebraico acima aparece com frequência na Bíblia Hebraica (colocando todos cognatos). Ele carrega os seguintes sentidos: a) ser correto; b) Ser justo e c) Ter uma causa como justa. Claro, o adjetivo para `justo` em hebraico seria: (צַדִּיק   Tsadiq) – (Gn 18.25 amostra).
O verbo hebraico acima que merece destaque seria no HITPAEL (É a voz reflexiva e intensiva do Piel. Enquanto voz reflexiva, o sujeito tanto pratica como sofre a ação. Em português é o caso da frase “João suicidou-se”. João, o sujeito da frase, tanto praticou uma ação (se matar) como sofreu essa ação (morreu). Assim, enquanto no Piel se dizia que “o copo estraçalhou”, no Hitpael se diz que “o copo estraçalhou-se” – ou seja, o copo estraçalhou a si mesmo ou sozinho o copo quebrou-se em pequenas partes).
Assim, seria: a) fazer justiça a alguém; b) reconhecer que alguém é justo (veja Jó 27.5) e c) declarar alguém inocente.

Qual termo grego a LXX (versão dos Setenta) por hebraico seria: (צַדִּיק   Tsadiq)?
Temos o termo grego δίκαιος dikaios (justo).

2 – Derivados e cognatos de ‘Justificação’ na língua Grega
O termo ‘Justificação’, que aparece em ARC e ARA na  epístola de Paulo aos Romanos é δικαίωσις  dikaiossis (literalmente alcançar a justiça). Fica muito visível que δικαίωσις  dikaiossis é derivado do adjetivo δίκαιος dikaios (justo).
O Dr. Louw e dra. Nida (pag. 399) agrupou o substantivo δικαίωσις  dikaiossis no domínio semântico do estabelecimento de um relacionamento, isto é, ser colocado em um [relacionamento] correto, claro, em nosso idioma ficaria meio complicado tal tradução, muito extensa. Também, δικαίωσις  dikaiossis poderá ser entendido de forma profunda como: a) indicar ou levar alguém a um relacionamento adequado e, claro, b) colocar alguém num relacionamento correto. "o qual por nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação". (Rom 4:25 ARC)
3 – Derivados e cognatos de ‘Justificação’ na língua Latina
Claro que o termo ‘Justificação’, que aparece em ARC e ARA na  epístola de Paulo aos Romanos é um termo proveniente do Latin. Todos os cognatos latinos são derivados de ‘justus’, veja:
a    
           a) Sentido próprio: conforme o direito, legítimo, daí – que tem a justa medida.

Anotando todas as palavras resumidas acima concluo que:

a)     Sintetizando o termo hebraico acima, ‘Justificação’ significava uma declaração de inocência, claro, a força da intensidade dependeria dos graus do verbo hebraico utilizado;
b)     Na língua grega, sem ‘roupagem’ do latim, o termo grego indica que Cristo ‘nos colocou em um relacionamento adequado e correto’;
c)      No latim, entenderíamos ‘Justificação’ como ação de justificar-se.

A justificação ´é uma passagem’, sob o influxo (influência) da graça Divina, do estado de pecado, para estado de graça (favor imerecido), ou estado de δίκαιος dikaios (justo).  

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Síntese histórica do município de Suzano/SP


Autoria: Professor Jean Carlos Th.D

De acordo Simone Leone, Carla Fiamini, Douglas Pires e Gisleine Zarbietti, na grande obra "Histórias e fotos de todos os tempos, do vilarejo a cidade grande”, os primeiros habitantes do território de Suzano foram os índios guaianás. Claro que outras tribos, de tempos em tempos, também ‘peregrinaram’ por aqui. Com a chegada dos colonizadores, os índios foram expulsos e as terras ocupadas.

Os historiadores contam que deste o final do século 17 já era conhecido o local onde hoje está situado o município de Suzano, pois nesta época já acontecia a procura ao ouro de pessoas vindas do litoral, inicialmente de São Vicente (esta cidade teve fundação em 1532).

Foto: http://oidiario.com.br/antecipacao-do-13o-salario-injeta-r-10-milhoes-mais-na-economia-da-cidade/suzano/

Outra data importante seria 6 de novembro de 1875, a construção do trecho ferroviário entre São Paulo e Mogi das Cruzes. Os historiadores dizem que a primeira parada era realizada na região de Guaianases. Esta linha de ferro construída ‘cortava’ o atual território de Suzano, posteriormente, fora construída uma segunda parada para o embarque de lenha, esta recebeu o nome de Piedade devido à proximidade de dez quilômetros ao sul, e à importância com a Capela de Nossa Senhora da Piedade.

Junto à Parada Piedade, relatada acima, o português Antonio Marques Figueira, que trabalhava para a estrada de ferro, construiu sua casa, a primeira do local. Outros moradores se instalaram por ali. Em reconhecimento histórico ao trabalho prestada, a medalha de condecoração, através do decreto legislativo, recebeu o nome Antonio Marques Figueira

A construção de uma estação ferroviária de alvenaria foi de responsabilidade do engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão que providenciou os estudos e autorizou a construção.

E aconteceu que no dia 22 de dezembro de 1907, historiadores dizem que este episódio foi uma homenagem ao engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão, a inauguração da estação e recebeu o nome de Suzano em um ato público. Já em 11 de dezembro de 1908, 18 anos depois da fundação, a vila também passou a se chamar Suzano.

E aconteceu que em dezembro de 1919, foi criada uma Lei Estadual nº 1.705, promulgada pelo então presidente do Estado Altino Arantes, a vila de Suzano, os historiadores dizem que nesta época existia cerca 2.707 habitantes, a pequena vila, foi elevada a Distrito de Mogi das Cruzes. Porém, o ato oficial de instalação só veio a ocorrer propriamente em 4 de maio de 1920.

Os historiadores contam, que destes 2.707 habitantes do distrito, na década de 50 Suzano já contava com cerca de quase 12.000 habitantes.

E aconteceu que em 24 de dezembro de 1948 foi promulgada a Lei Estadual nº 233, nesta época quem assinou foi o então governador Adhemar de Barros, com a aprovação a instalação de Suzano como município autônomo a partir de 1º de janeiro de 1949.

O que significa "e eis que Isaque estava brincando com Rebeca"? Autoria: Prof Jean Carlos Th.D

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